sexta-feira, 20 de novembro de 2015

     Conseguir aquela desejada promoção ou ser reconhecida pelos colegas de trabalho pode não ser tão difícil como muita gente pensa. O segredo está nas pequenas atitudes, que sempre fazem grande diferença. Veja as dicas para você melhorar sua imagem e desempenho, e se dar bem no trabalho!
 


-Seja gentil: não importa o cargo, procure ser simpática com todos. Sempre que possível, elogie seus colegas de trabalho e seja educada com eles também fora do ambiente de trabalho.

-Assuma seus erros: é claro que ninguém é perfeito e você pode cometer alguns erros. Mas lembre-se de também assumir sua posição quando as coisas não dão certo e comprometa-se a não repetir a falha.

-Ofereça ajuda: nem sempre as pessoas pedem a nossa ajuda, mesmo quando precisam. Por isso, não custa nada perguntar se algum dos seus colegas precisa de ajuda para alguma tarefa, principalmente se há alguém novo no trabalho.

-Tenha espírito de equipe: em qualquer empresa você conviverá com outras pessoas, portanto, saber trabalhar em equipe é mais do que necessário. Por isso, não desconte seu estresse em seus companheiros.

-Defina prioridades: de nada adianta você querer assumir muitas tarefas e acabar se sobrecarregando. Defina suas prioridades e organize seu tempo para fazer tudo o que precisa com qualidade.

-Aponte soluções: contribua com ideias para solução de problemas na empresa. Além de demonstrar que você está atenta ao que acontece, as pessoas verão que você se preocupa com o bem-estar geral.

-Demonstre suas qualidades: você pode ser muito boa em alguma coisa, mas, se não demonstrar isso, ninguém vai adivinhar. Portanto, tenha iniciativa e demonstre suas qualidades para que os outros possam valorizá-las.

-Contorne situações: durante o trabalho, é comum termos tarefas um pouco mais complicadas. Se levar muito tempo para fazer alguma coisa, explique que estava trabalhando com cuidado para um ter um bom resultado final. As pessoas verão sua dedicação e não a lentidão.

-Não deixe de se aprimorar: estudar nunca é demais. Fazer cursos e especializações mostra que você está sempre por dentro das novidades da sua área. Às vezes, apenas mostrar que você tem lido sobre o assunto já demonstra seu interesse.

-Tenha sempre bons argumentos: quer pedir um aumento? Um dia de folga? Adiantar as suas férias? Então, sempre que pedir alguma coisa aos seus chefes, tenha bons argumentos e seja verdadeira. De nada adianta discutir ou usar mentiras para tentar convencer os outros.

     Referências: 
http://guiaastral.uol.com.br/2011/voce-e-mais/10-dicas-para-se-dar-bem-no-trabalho/

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

A Mulher no Mercado de Trabalho

     Ao analisar o comportamento da força de trabalho feminina no Brasil nos últimos 30 anos, o que chama a atenção é o vigor e a persistência do seu crescimento. Com um acréscimo de 32 milhões de trabalhadoras entre 1976 e 2007, as mulheres desempenharam um papel muito mais relevante do que os homens no crescimento da população economicamente ativa.



     Enquanto as taxas de atividade masculina mantiveram-se em patamares semelhantes, _ entre 73 e 76% em praticamente todo o período, as das mulheres se ampliaram significativamente. Se em 1976, 29% das mulheres trabalhavam, adentramos o novo milênio com mais de 40% trabalhando ou procurando emprego ( ou seja, a PEA- população economicamente ativa, que inclui para o IBGE, os/as ocupados/as e os/as que estão á procura de trabalho) e mais da metade delas ( 53%) em franca atividade no ano 2007.

     Lembre-se, aqui, que a partir de 1992 a FIBGE passou a adotar nas PNADs um conceito de trabalho ampliado, o que acabou por se refletir, particularmente, nas taxas de atividade feminina.

     A importância crescente das mulheres na força de trabalho pode, também, ser observada de outro ângulo, através da sua participação na PEA. Se em 1976, o contingente feminino na PEA era de 29%, em 2007 ela atinge mais de 40%.

     Movimento semelhante não se verificou, entretanto, em relação à participação das mulheres no conjunto dos empregados, que na última década se manteve próxima a 1/3, pois como tem sido reiteradamente comentado, os lugares privilegiados de inserção de parcela significativa do contingente das trabalhadoras no mercado de trabalho, ainda são as atividades informais, não remuneradas e o trabalho doméstico. A tabela que segue dá idéia da magnitude e das diferenças numéricas entre os segmentos populacionais considerados como POPULAÇÃO ECONOMICAMENTE ATIVA- PEA, OCUPADOS E EMPREGADOS.

     Referências:
http://www.fcc.org.br/bdmulheres/serie1.php?area=series

Brasil fecha 157 mil empregos com carteira assinada em julho, aponta Caged

     Em julho, foram fechados 157.905 postos de trabalho com carteira assinada no país. Segundo dados
do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados  pelo Ministério do Trabalho, o número representa queda de 0,39% no total de trabalhadores formais em comparação com o resultado do mês anterior. Os números de julho representam a menor geração de empregos para o mês desde 1992, quando se iniciou a série histórica.

     O total resulta da diferença entre admissões (1.397.393) e demissões de trabalhadores (1.555.298). Segundo o ministério, no acumulado do ano, houve perda de 494.386 postos de trabalho. Nos últimos 12 meses, o recuo foi de 778.731 postos de trabalho, na série ajustada.

     No mês, entre os setores de atividade econômica, apenas a agricultura teve desempenho positivo, com geração de 24.465 postos de trabalho. O número foi alcançado, de acordo com o ministério, por motivos sazonais. Segundo o Caged, o resultado é muito próximo da média de 2003 a 2014 para o mês de julho (geração de 24.848 postos de trabalho).

     O setor que mais registrou perdas de emprego foi a indústria de transformação, com fechamento de 64.312 vagas com carteira assinada. Também houve queda no número de empregados com carteira assinada nos setores de serviços (58.010), do comércio (34.545) e da construção civil (21.996).

 
     Todas as regiões registram queda no total de empregos formais. O Sudeste registrou o maior número de fechamento de postos de trabalho, 79.944. Na sequência, o Sul (44.943), o Nordeste (25.164), o Centro-Oeste (5.830) e o Norte (2.024).
 
     De acordo com o Caged, das 27 unidades da Federação, em três, houve aumento no nível de emprego em julho: Pará (2.634), Maranhão (2.121) e Mato Grosso (707). O maior número de demissões ocorreu em São Paulo (38.109 postos), no Rio de Janeiro (19.457) e no Rio Grande do Sul (17.818 postos).

     Referências:
 http://www.cartacapital.com.br/economia/brasil-fecha-157-mil-empregos-com-carteira-assinada-em-julho-aponta-caged-5749.html

7 áreas que prometem crescer muito em 2015

  


     Mesmo que o desenvolvimento econômico do país não tenha apresentado o crescimento esperado pelos especialistas, a recessão de alguns setores da economia está contribuindo para o aquecimento de algumas profissões.
  
     Estudiosos afirmam que essas áreas que estão em ascensão permanecerão crescendo por todo ano de 2015, e algumas delas continuarão crescendo durante alguns anos, uma ótima notícia para profissionais que estão fora do mercado e também para aqueles que desejam iniciar uma nova carreira.

     Boa parte das vagas que estão sendo abertas são destinadas a profissionais que possuem certo nível de escolaridade e treinamento qualificado. Essa é uma boa oportunidade para se preparar e sair na frente dos outros candidatos.

     Confira as 7 áreas que prometem crescer muito neste ano:
  •  Tecnologia da Informação
  •  Manutenção de máquinas e equipamentos
  •  Marketing
  •  Vendas
  •  Recursos Humanos
  •  Finanças
  •  Medicina

     Referências:
http://blog.contratanet.com.br/7-areas-que-prometem-crescer-muito-em-2015/